quarta-feira, 5 de junho de 2013

Biografia Hernán Cortés



Hernán Cortés ou Fernando Cortés3 era um pequeno fidalgo que nasceu na Estremadura Espanhola, por volta do ano de 1485. Aos catorze anos deu entrada na universidade de Salamanca, para cursar direito e latim, contudo veio a regressar à sua terra natal, Medellin, sem concluir os seus estudos.
Até completar dezanove anos trabalhou como escrivão na corte de Valladolid, e no ano de 1504, deixando para trás a Península Ibérica, partiu para o Novo Mundo, em busca de fama e riqueza.
Chegado a Cuba integrou uma missão em busca de ouro, a qual lhe correu de feição e, em reconhecimento, o governador de Cuba, Diego Velázquez, atribui-lhe uma fazenda bem como os respectivos escravos, por forma a que Cortez se pudesse fixar como colono. 
No ano de 1511, Cortés participou numa nova conquista na ilha de Cuba. Em virtude do seu desempenho nesta demanda foi presenteado com o cargo de secretário de Velázquez, e pouco tempo depois foi nomeado como senhor de Santiago de Baracoa. Após esta missão, Cortez decidiu ir residir para a zona de Santiago, no sul da ilha de Cuba, onde acabou por se casar com Catalina Zuárez4.
Hérnan Cortez ficou nesta zona de Cuba até ao ano de 1518. Foi neste ano que Diego Velazquez convidou Cortéz para assumir o comando de uma expedição que tinha como objectivo a busca e a colecta de ouro. Contudo, esta simples demanda em busca de ouro rapidamente se tornou numa conquista de todo o território Azteca, que durará até cerca do ano de 1521.
Após a conquista do México, Cortez passou a ocupar o cargo de Vice rei da “Nueva España”, ocupando este cargo até meados de 1564.
Em 1529, verificou-se o regresso de Cortez à sua pátria, onde se reúne com o Imperador Carlos V, o qual lhe atribuiu o título de marquês del Valle de Oxaca. Em 1530 regressou ao México e ainda concretizou três expedições, todas elas ao largo do Oceano pacífico ou Mar del Sur.
Muitos historiadores acham que foi numa destas expedições que se descobriu a Califórnia. Após estas expedições decidiu voltar para a Península Ibérica, onde permaneceu até à data da sua morte, que ocorreu em 1547.
Cortéz sempre se evidenciou como sendo muito astuto e dotado de uma inteligência acima da média, o que lhe permitiu decidir sempre da forma mais correcta. Aliado a esta astúcia e inteligência junta-se um catolicismo fervoroso. É este sentimento que motiva Cortez a querer converter os indígenas à verdadeira doutrina5, acabando assim com as práticas religiosas que estes detinham, que segundo Cortez eram práticas dignas de um Deus malvado.

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